Google, US$ 66 bi, é a marca mais valiosa do mundo

por Administrador - 11/05/2007 - 11:34

Com valorização de 77% em relação à pesquisa anterior, ela supera a Microsoft.

Para consultoria, marcas que mais crescem são as que têm maior apelo para os Brics nenhuma empresa brasileira aparece na lista.

Estimada em US$ 66,43 bilhões, o Google é a marca mais valiosa do mundo, segundo a pesquisa Brandz, feita pela consultoria britânica Millward Brown Optimor. A empresa era a sétima colocada no ranking do ano passado, valendo US$ 37,43 bilhões.
A marca Google foi a que mais valorizou (77%) entre as 50 primeiras da lista. Já a líder do ano passado (o primeiro ano da pesquisa), a Microsoft, desvalorizou-se em 11%, a maior perda entre as 20 primeiras. Agora, a marca da companhia de Bill Gates vale US$ 54,95 bilhões e foi ultrapassada também pela General Electric (US$ 61,88 bilhões).

Outra gigante do setor de informática, a Apple, teve valorização de 55% em sua marca, que agora vale US$ 24,73 bilhões -é a 16ª colocada.

Em quinto lugar, a China Mobile é a primeira empresa não-americana no ranking. A marca da empresa de telefonia celular do país asiático, que perdeu uma posição em relação a 2006, está estimada em US$ 41,21 bilhões (mais 5%).

Nenhuma empresa brasileira foi selecionada na pesquisa Brandz. No início deste ano, a Petrobrás apareceu como a 249ª marca mais valiosa do mundo, segundo estudo da consultoria britânica Brand Finance. A marca da estatal foi estimada em US$ 1,676 bilhão.

No estudo de fevereiro, a marca Coca-Cola, avaliada em US$ 43,15 bilhões, aparecia em primeiro lugar. Na pesquisa Brandz, ela está estimada em US$ 44,13 bilhões -quarta colocada. Ela foi seguida por Microsoft, Citi, Wal-Mart e IBM. O Google estava na 15ª posição, valendo US$ 24,69 bilhões.

Para a pesquisa Brandz, as marcas que mais crescem são as que têm maior apelo para os países emergentes, especialmente os Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China). As três últimas aparecem entre as economias que mais crescem no mundo.
Os consumidores desses países, segundo um porta-voz da Millward Brown, “têm mais dinheiro disponível do que nunca. Para serem bem-sucedidas nos Brics, as marcas ocidentais têm de oferecer produtos ou serviços que são relevantes para os consumidores locais”.

Fonte: Folha de S.Paulo

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