Ponto de Vista

Terminado os aperitivos de frios, pensei em postar um quente. Farei isso mostrando primeiramente toda a porção e depois uma montagem no prato acompanhado de uma bebida apropriada.

Ah!!! Como é boa a sequencia de camarão.

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Aquisição do Conhecimento

Esses dias em um aula mostrei aos meus alunos como havia aprendido a trabalhar com o Flash e também como aprendi XHTML, CSS e PHP.

Bom apesar de minha formação em Ciências da Compuatação e no desenvolvimento de software, considero que a Aquisição do Conhecimento está vinculada a nossa capacidade de leitura, interpretação, prática, tentativa e erros.

Na verdade acredito que você aprende um software, uma linguagem de programação, uma nova técnologia a partir do momento que começa a ter contato com ela, mais principalmente quando consegue usá-la.

Por esse motivo a prática, o uso do que se estuda para solucionar um problema é que fará você aprender sobre aquilo. Se você tiver aulas sobre determinado tema isso lhe dá o caminho das pedras, lhe mostra um norte e por onde começar.

Porém se você não praticar, não estudar e criar situações onde possa usar o que aprendeu você se esquecerá e não terá adiquirido o conhecimento.

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Sete licões da Apple (que podem turbinar qualquer empresa)

A chegada do iPhone ao mercado americano é a mais nova tacada de uma companhia que se transformou num ícone do capitalismo. O que aprender com a surpreendente empresa comandada por Steve Jobs

Por Ricardo Cesar

JobsHá dez anos a Apple não passava de uma fabricante de computadores combalida. Com prejuízos seguidos, seu principal produto — o Macintosh — era vendido apenas para designers ou viciados em tecnologia. Ao longo de uma década, período relativamente curto mesmo para um setor frenético como o de tecnologia, a empresa passou de obsoleta a vanguardista, de companhia de nicho a fabricante de produtos de massa, de marca enfraquecida a ícone de modernidade e sucesso. A chegada do iPhone às lojas americanas no dia 29 de junho é mais um evento de coroação dessa dramática transformação. Apresentado pela primeira vez em janeiro, o aparelho — um misto de telefone celular, tocador de músicas e vídeos digitais e computador de bolso — tornou-se objeto de desejo seis meses antes de aterrissar nas prateleiras. Assim como outros produtos da Apple, o iPhone é muito mais que uma obra de inovação. Ele é o resultado de um planejamento meticuloso, que inclui parcerias com fornecedores exclusivos, centenas de patentes para proteger o produto de uma concorrência sempre voraz e um esforço brutal para entender os desejos do consumidor. Se não bastasse tudo isso, o iPhone é bonito e conta com Jobs, uma mistura de empresário com executivo e astro pop, como garoto-propaganda. Aos 52 anos de idade, o fundador da Apple teve uma vida que renderia filme em Hollywood — abandonado pela mãe num orfanato, adotado por uma família de classe média baixa, aluno brilhante e rebelde, criador de uma empresa no Vale do Silício aos 20, expulso de sua companhia aos 31, salvador do negócio aos 40, midas aos 50. “Steve Jobs não é um inovador”, afirmou o filósofo Ted Nelson, uma das maiores autoridades do mundo em internet. “Ele é um excelente diretor. As pessoas mostram dezenas de coisas a ele. Jobs sabe enxergar quais são as mais inovadoras e monta um belo filme.” Em 2007, o “belo filme” dirigido por Jobs deve gerar receitas da ordem de 23 bilhões de dólares e lucros na casa dos 3 bilhões de dólares.

A figura midiática e genial de Jobs no centro da Apple pode dar a impressão de que a fórmula de seu sucesso jamais poderá ser reproduzida. Não é assim. A Apple oferece uma série de lições que podem ser seguidas por empresas de todos os setores, tamanhos e origens. “O cuidado de Jobs em estabelecer seu espaço no mercado é simplesmente fenomenal. Precisamos aprender isso”, disse recentemente o italiano Sergio Marchionne, presidente mundial da Fiat. Tal como a Toyota, que se tornou referência internacional de eficiência, a Apple é hoje modelo para o mundo dos negócios. A seguir, suas sete principais lições. Leia mais…

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SOB PRESSÃO (por Ênio Padilha)

Esta semana o artigo que o Ênio escreveu me chamou atenção, fala sobre a diferença de quem aceita trabalhar sob pressão e os não acreditam ter esta capacidade.
Parece que ele escreveu pra gente, este artigo veio num momento propício a pensarmos se estamos fazendo tudo o que podemos não só pela empresa mais por nossas carreiras.

Tomei a liberdade de publicar o artigo aqui no blog.

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Ponto de Vista

Ah! Como era bonita aquela mesa. Mais vejamos, essa tábua de frios poderia ter outra montagem se feita por outra pessoa. Então vejam a alternativa.

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Ameaças Virtuais

Na palestra interna do gtec do dia 20/09, eu explanei sobre as diversas ameaças virtuais a que estamos expostos.

Computadores são utilizados para realizar diversas tarefas, tais como: transações financeiras, bancárias, compra de produtos e serviços; comunicação, através de e-mails; armazenamento de dados, sejam eles pessoais ou comerciais, etc.

É importante que você se preocupe com a segurança de seu computador, pois você, provavelmente, não gostaria que:

* suas senhas e números de cartões de crédito fossem furtados e utilizados por terceiros;
* sua conta de acesso a Internet fosse utilizada por alguém não autorizado;
* seus dados pessoais, ou até mesmo comerciais, fossem alterados, destruídos ou visualizados por terceiros;
* seu computador deixasse de funcionar, por ter sido comprometido e arquivos essenciais do sistema terem sido apagados, etc.
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Lavando a égua

Lavando

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Ponto de Vista

Vejamos, após ter feito um close no aperitivo exponho agora toda a mesa, conforme o prometido. Veja como é bela.

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Prata da casa - O relacionamento é fundamental

Nosso amigo Jeferson A. Vieira, escreveu um artigo sobre a importância do relacionamento no meu empresarial. Gostei muito e gostaria de compartilhar com vocês.

Segue abaixo:

Quando iniciei minha carreira empreendedora já sabia que relacionamento era importante. Entre as atividades que já tinha exercido estavam a de facilitador de treinamentos técnicos e comportamentais, professor universitário e gerente de área de uma renomada empresa de contabilidade e auditoria.

Sem dúvida, estas experiências foram importantes para o desenvolvimento de um empreendimento próprio, pois me permitiram torna-me referência na área de atuação em que presto meus serviços.

Os meus primeiros clientes podem ser elencados de um rol de pessoas e empresas cujo relacionamento foi forjado durante anos em que estive colaborando na docência e como líder em equipes de trabalho O repasse de informações facilita o envolvimento entre as partes pois sugere-se uma relação de confiança onde quem ensina obtém reputação com o êxito de quem colocou-se a disposição de aprender.

Porém descobri algum tempo depois que relacionamento não era mais importante!!!

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Ops, furei o sinal

Pomba

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